De reducidas proporciones y naturaleza estrictamente rural, se asienta en el borde de transición entre los llanos oliventinos y terrenos más accidentado cubierto de dehesas, que se desarrolla a partir de Barcarrota conectando ya con las sierras del sur.

Al igual que Olivenza, de la que dependió como aldea, estuvo integrada en Portugal hasta su incorporación a España en 1801. Dada su situación en el ámbito más afectado por las luchas fronterizas hispano-lusitanas, sufrió continuos arrasamientos a los largo de la historia.

Su origen se estima templario, habiendo presentado siempre escasa dimensión demográfica. A mediados del siglo pasado contaba con 450 habitantes. En 1930, época de su mayor expansión sumaba, junto con los caseríos próximos de El Bonito, La Coitada, Pallares y Soplabollos, en total de 1.300.

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Opiniones sobre Taliga

UM POEMA SOBRE UMA SANTA ROUBADA...QUE NÃO O FOI !!!
Explicação: em Táliga, vila que foi aldeia de Olivença até 1850, dizia-se que "os
portugueses roubaram a Santa da terra!". Era comum os taliguenhos receberem os
portugueses com esta acusação. Em 2007, a Santa "nova" foi restaurada por verdadeiros
especialistas espanhóis, que descobriram o que já muitos suspeitavam: por debaixo de
pinturas completamente imprórias, estava uma "estátua" portuguesa do século XVII, ou
seja, estava a Santa "roubada". Assim se desfez uma calúnia absurda, que o velho
sacristão, snr. Florêncio Silva, falecido há poucos anos com idade muito avançada, e
falando português, dizia que mais não era do que isso: uma calúnia, resultado de um
restauro infeliz, e de interesses políticos "conhecidos". O meu poema procura elogiar a
"santa", e chamar a atenção para um erro de cinquenta anos, ou mais!

A SANTA ESCONDIDA
(Táliga/OLIVENÇA)

Linda Nossa Senhora dos Santos,
de Táliga, Santa protectora;
há séculos que ouves cantos
das gentes de que és tutora!

Em Olivença, os teus acalantos
conhecidos são, oh! Senhora!
Em Juromenha, até, teus encantos
chegaram, formosa benfeitora!

Quatro séculos tens de "vida"
a proteger quem te adora
lá da tua singela ermida!

Afinal, nunca te foste embora!
Sob disfarce, estavas escondida,
mas sempre foste a d´outrora!

Carlos Luna
Estremoz, 13 de Novembro de 2008

carlosluna@iol.pt

15/11/2008 00:53

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